Achei interessante um artigo que falava sobre a relação das nossas distrações com um aumento de peso.
Foi realizado um estudo na Universidade de Harvard em que os voluntários que se alimentavam sem se distrair com o que acontecia ao redor perderam uma média de 3 quilos durante o teste.
Na Universidade de Bristol (Inglaterra) 42 homens e mulheres receberam um almoço, sendo que metade jogou paciência no computador, enquanto saboreava a alimentação. Meia hora depois todos ganharam biscoitos de chocolate e tiveram que lembrar o que haviam ingerido, na ordem correta. Os que se divertiram com o jogo de cartas, comeram duas vezes mais, ficaram menos satisfeitos e, tiveram mais dificuldades em lembrar o que ingeriram.
Acredita-se que a memória do que degustou desempenha um papel fundamental no amortecimento do apetite. Distrações impedem que as pessoas se lembrem com detalhes do cardápio, levando a uma maior ingestão despercebidamente. Comer rápido também provoca excessos porque, a digestão envolve uma complexa série de sinais hormonais entre o intestino e o sistema nervoso ,sendo que o cérebro leva 20 minutos para registrar o que o corpo consumiu.
Segundo defensores da alimentação consciente, mastigar lentamente observando cor, cheiro, sabor, e textura dos alimentos, contribuem para diminuição de volume consumido.
Não se entretenha com celular, TV, jornal e com ambiente ao redor, reserve pelo menos 20 minutos para cada refeição. Porém é importante uma companhia agradável para dividir um momento de reposição de energia, tão necessária para as exigências do dia a dia, fazendo da alimentação, um grande prazer.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Felicidade é equilíbrio.
Li um dia desses que "felicidade é um estado de verdadeiro bem estar no qual a pessoa não deseja que nada seja diferente daquilo que ela está vivendo"
Achei interessante e acredito que para definir bem estar, seria correto dizer: equilíbrio! Sabemos que estes momentos são poucos, curtos e espaçados na nossa vida, pelo fato de que é difícil a manutenção de um estado de equilíbrio físico/químico/mental/emocional simplesmente por nos relacionarmos com o meio ambiente. Meio externo este, tão competitivo, rude, violento e exigente.
Equilíbrio e bom senso.
Equilíbrio na alimentação: das nossa escolhas, da possibilidade de escolher, do volume, do tempo disponível e modo de se alimentar. Existe constante necessidade de sermos lembrados que o alimento é realmente o nosso mais importante remédio.
Equilíbrio para nos conscientizar que como máquinas maravilhosas que somos, precisamos mantê-la sempre em atividade, de maneira regular e prazerosa, sem excessos letárgicos ou levá-la a limites prejudiciais. Lembrar que somos formados por trilhões de células vivas que dependem de um funcionamento adequado de reações químicas, enzimáticas ,coordenadas por hormônios e estímulos elétricos e, regidas pela mente como um maestro de orquestra.
Porém, acredito que o mais importante para chegar a este verdadeiro bem estar é buscar o equilíbrio emocional. Dominando nossas emoções, as ações serão pró-ativas; as necessidades serão em buscar o ser; as relações humanas afetivas serão mais fortes , verdadeiras e prioritárias. O bom senso é nosso norte; a visão de futuro é promissora e desejada; estamos mais motivados para enfrentar os conflitos do dia a dia. Nosso corpo respira saúde, reflete descaradamente nosso bem estar.
Com este entendimento que procuro enxergar o paciente , corpo, mente emoções ,constituindo uma unidade que se expõe e se confronta com o ambiente que vive, sujeito a desequilíbrios que podem gerar disfunções. que comprometem o todo.
Seguramente , somente a prescrição de remédios para sintomas que se apresentem não irão promover o retorno do equilíbrio necessário para desfrutar o prazer de viver plenamente.
Achei interessante e acredito que para definir bem estar, seria correto dizer: equilíbrio! Sabemos que estes momentos são poucos, curtos e espaçados na nossa vida, pelo fato de que é difícil a manutenção de um estado de equilíbrio físico/químico/mental/emocional simplesmente por nos relacionarmos com o meio ambiente. Meio externo este, tão competitivo, rude, violento e exigente.
Equilíbrio e bom senso.
Equilíbrio na alimentação: das nossa escolhas, da possibilidade de escolher, do volume, do tempo disponível e modo de se alimentar. Existe constante necessidade de sermos lembrados que o alimento é realmente o nosso mais importante remédio.
Equilíbrio para nos conscientizar que como máquinas maravilhosas que somos, precisamos mantê-la sempre em atividade, de maneira regular e prazerosa, sem excessos letárgicos ou levá-la a limites prejudiciais. Lembrar que somos formados por trilhões de células vivas que dependem de um funcionamento adequado de reações químicas, enzimáticas ,coordenadas por hormônios e estímulos elétricos e, regidas pela mente como um maestro de orquestra.
Porém, acredito que o mais importante para chegar a este verdadeiro bem estar é buscar o equilíbrio emocional. Dominando nossas emoções, as ações serão pró-ativas; as necessidades serão em buscar o ser; as relações humanas afetivas serão mais fortes , verdadeiras e prioritárias. O bom senso é nosso norte; a visão de futuro é promissora e desejada; estamos mais motivados para enfrentar os conflitos do dia a dia. Nosso corpo respira saúde, reflete descaradamente nosso bem estar.
Com este entendimento que procuro enxergar o paciente , corpo, mente emoções ,constituindo uma unidade que se expõe e se confronta com o ambiente que vive, sujeito a desequilíbrios que podem gerar disfunções. que comprometem o todo.
Seguramente , somente a prescrição de remédios para sintomas que se apresentem não irão promover o retorno do equilíbrio necessário para desfrutar o prazer de viver plenamente.
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